O amadorismo...
O amadorismo era, na prática, uma forma de exploração
econômica do jogador, como destacou Floriano Peixoto
Correia em “Grandezas e misérias do nosso futebol”,
lançado no finzinho daquele ano de 1933, e no qual o
ex centro médio do Fluminense e América narra as
relações entre jogadores e cartolas durante a vigência
do velho regime. Floriano socorreu-se de um antigo
jornalista Max Valentim para resumir o que ocorria. "O amadorismo de tapeação tem dinheiro para palácios de dansa (sic), luxuosos recintos de nundanismo, piscinas
e festas aristocráticas que nada têm a ver com o
futebol. Mas o amadorismo de tapeação – pobresinho !
(sic) não pode pagar, senão gorgetas (sic), aos
rapazes de cujas canelas ele tira restaurantes,
mundanismo, terrenos, piscinas e festas", denunciava.
Do site Museu dos Esportes

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